O Brasil registrou neste ano a primeira morte por chikungunya no país em 2026, confirmada no estado de Mato Grosso. O óbito foi registrado no município de Vila Bela da Santíssima Trindade, conforme dados do Ministério da Saúde e painéis oficiais de monitoramento das arboviroses.
Além desse caso confirmado, uma segunda morte suspeita pela doença está sendo investigada no município de Sinop, também em Mato Grosso.
Chikungunya no Brasil: o cenário
A chikungunya é uma doença causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela dengue e zika. Os sintomas mais comuns incluem febre alta, dores articulares intensas, dor de cabeça, fraqueza e manchas pelo corpo, e podem durar semanas ou até meses em casos mais graves.
Embora o número de casos de chikungunya neste início de 2026 esteja significativamente menor em comparação ao mesmo período de 2025, o registro da primeira morte no ano acende um alerta para as autoridades de saúde. Entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro de 2026, foram registrados 321 casos da doença em Mato Grosso, número bem inferior aos mais de 17 mil casos prováveis no mesmo intervalo do ano anterior.
Especialistas em vigilância epidemiológica reforçam que a circulação do vírus ainda representa risco, especialmente em períodos de chuva e calor, quando a população de mosquitos aumenta.
Prevenção e cuidados
As autoridades recomendam medidas simples e práticas para reduzir a transmissão, como:
Eliminar água parada em recipientes, pneus, vasos ou qualquer local que possa acumular água;
Usar repelente conforme orientação médica;
Manter telas e proteção em portas e janelas;
Procurar atendimento médico imediato ao surgir sintomas suspeitos.
A expansão das arboviroses no Brasil — incluindo dengue, zika e chikungunya — continua sendo um desafio de saúde pública, exigindo a participação da população e das autoridades na prevenção e no controle do mosquito Aedes aegypti.
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