Brasil registra novos casos de Mpox e autoridades reforçam alerta perigo pós Carnaval

O Brasil voltou a registrar casos de Mpox em 2026, acendendo o sinal de alerta das autoridades de saúde justamente após as festas de Carnaval, período marcado por grandes aglomerações em todo o país.

A Mpox é uma doença viral causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias, saliva ou objetos contaminados. O risco aumenta em situações de contato físico próximo e prolongado.

De acordo com dados divulgados por secretarias estaduais e pelo Ministério da Saúde em anos anteriores, o país já enfrentou ondas da doença, com milhares de casos confirmados desde 2022. Em 2025, novos registros voltaram a aparecer em diferentes estados, mantendo o monitoramento ativo por parte das vigilâncias epidemiológicas.

Embora os números atuais de 2026 ainda estejam sendo consolidados, estados como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e outros centros urbanos já notificaram ocorrências recentes, reforçando a necessidade de prevenção, especialmente durante festas populares.

Sintomas e prevenção

Os principais sintomas da Mpox incluem:

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores musculares

  • Fraqueza

  • Ínguas (gânglios inchados)

  • Lesões ou bolhas na pele

As autoridades recomendam:

  • Evitar contato físico direto com pessoas que apresentem lesões suspeitas

  • Não compartilhar objetos pessoais

  • Higienizar as mãos com frequência

  • Procurar atendimento médico ao surgirem sintomas

O Ministério da Saúde reforça que, apesar de a doença não ter o mesmo grau de transmissibilidade da Covid-19, o cuidado individual é fundamental para evitar novas cadeias de transmissão.

Pós-Carnaval exige atenção redobrada

Com milhões de pessoas circulando entre estados e cidades, o Carnaval acabou sendo apontado como um dos possíveis grandes impulsionadores da propagação de doenças transmissíveis. Por isso, a recomendação é que estejam atentos aos sinais do próprio corpo e respeitem orientações sanitárias.

Especialistas destacam que informação e responsabilidade são as principais ferramentas para manter a doença sob controle, evitando que o país enfrente um novo aumento expressivo de casos.

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