Aluísio de Barros defende deputado estadual realmente de Cáceres e aponta Ricardinho como melhor opção

Considerado por muitos como o “eterno prefeito de Cáceres”, o ex-prefeito Aluísio de Barros voltou a chamar atenção do meio político ao fazer uma análise direta e objetiva sobre o futuro do município no cenário estadual.

Conhecido por manter contato constante com a população, circular pelos bairros e acompanhar de perto a realidade da cidade, Aluísio é visto como alguém que entende a política prática, sabe distinguir o que é prioridade do que é discurso vazio e conhece como poucos as reais necessidades de Cáceres.

Durante entrevista concedida ontem, ao vivo, em um programa de rádio apresentado por Faquini, um dos comunicadores mais icônicos da cidade, Aluísio foi direto ao ponto ao tratar da representação política de Cáceres na Assembleia Legislativa.

Segundo ele, a melhor opção para o município hoje é eleger um deputado estadual verdadeiramente local.

Aluísio criticou o que chamou de “falsos candidatos da terra”: políticos que usam o nome de Cáceres apenas em período eleitoral, mas que não moram na cidade, não investem aqui, não consomem aqui, não têm empresas, não geram empregos e não mantêm vínculo real com o município.

“Dizer que é de Cáceres é fácil. Difícil é viver Cáceres, gastar em Cáceres e defender Cáceres de verdade”, teria resumido o ex-prefeito.

Dentro dessa análise, Aluísio apontou Ricardinho como o nome que hoje reúne as melhores condições para representar o município. Para ele, trata-se de um jovem com chances reais de eleição, desde que a população faça uma escolha pensando no bem coletivo, e não em interesses individuais ou vantagens pessoais.

Na avaliação de Aluísio, quando o eleitor pensa no bem do município — e não no próprio bolso — Cáceres tem condições reais de eleger um deputado estadual da cidade, alguém que conheça os problemas locais e tenha compromisso direto com o desenvolvimento regional.

O ex-prefeito reforçou que a ausência de um representante local forte na Assembleia Legislativa tem custado caro a Cáceres ao longo dos anos, tanto em recursos quanto em prioridade política, e defendeu que esse cenário pode e deve mudar.

A fala repercutiu nos bastidores e reacendeu um debate antigo, mas cada vez mais atual: ou Cáceres passa a se representar politicamente, ou continuará apenas servindo de base eleitoral para projetos que não retornam em benefícios reais para a cidade.


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