Durante reunião com a prefeira Eliene Liberato, o presidente da Câmara de vereadores, vereadora Valdeníria e vereador Rubens Macedo e o representante do Fort Atacadista, Pascoal afirmou que a Prefeitura e a Câmara estão colaborando para resolver os entraves e que a última pendência envolve uma disputa judicial sobre usucapião.
Depois de mais de dois anos de espera, uma notícia positiva para quem aguarda a inauguração do Fort Atacadista em Cáceres. Durante reunião realizada nesta terça-feira (20), Pascoal, representante de Inácio Pereira, presidente do Grupo Pereira, garantiu que a empresa não pretende desistir de instalar sua unidade no município.
A declaração ocorre em meio à repercussão dos sucessivos problemas jurídicos que vêm atrasando a conclusão do empreendimento, anunciado em setembro de 2024, com a expectativa de gerar centenas de empregos diretos e movimentar a economia local.
Segundo Pascoal, tanto a Prefeitura de Cáceres quanto os vereadores estão colaborando, dentro de suas possibilidades, para encontrar uma solução. A declaração chama a atenção diante das recentes discussões políticas sobre possíveis interferências que estariam dificultando a chegada da empresa.
Última pendência seria disputa por usucapião
Durante o encontro, o representante informou que, atualmente, a principal pendência seria o processo envolvendo um usucapião relacionado a parte do terreno do empreendimento. De acordo com ele, a questão já está sendo encaminhada para uma solução, permitindo que a empresa avance com a conclusão dos trabalhos.
Pascoal demonstrou confiança de que o problema será superado e que, em breve, a construção poderá ser finalizada para a inauguração da unidade. Entretanto, ainda não foi anunciada uma data oficial de abertura, e a retomada depende da efetiva resolução das pendências jurídicas.
Empresa mantém compromisso com Cáceres
A declaração de Pascoal representa uma sinalização importante para o município, principalmente após os recentes questionamentos sobre a possibilidade de o Grupo Pereira desistir do investimento diante da demora na resolução dos problemas.
O representante, no entanto, deixou claro que a intenção da empresa permanece a mesma: superar os últimos obstáculos, concluir a construção e inaugurar o Fort Atacadista em Cáceres.
A paralisação das obras foi determinada pela Justiça em 13 de outubro, no âmbito de uma ação que questiona o procedimento de usucapião de dois lotes. A discussão ainda depende de encaminhamento judicial.
Depois de tantos obstáculos, a mensagem transmitida pelo Grupo Pereira é de continuidade: o Fort Atacadista não desistiu de Cáceres.
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