Gasolina sobe em Cáceres e preço médio chega a R$ 6,54 por litro

 

Levantamento da ANP mostra alta também no etanol e nos dois tipos de diesel; gás de cozinha manteve o mesmo preço médio

O preço dos combustíveis voltou a subir em Cáceres nesta semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre os dias 30 de agosto e 5 de setembro, a gasolina comum foi comercializada, em média, a R$ 6,54 por litro no município.

O valor representa uma alta de 0,15% em relação à semana anterior, quando o preço médio registrado era de R$ 6,53. A pesquisa considerou oito postos de combustíveis instalados em Cáceres.

Apesar de pequena, a alta da gasolina veio acompanhada de aumentos em praticamente todos os demais combustíveis pesquisados.

Etanol teve maior aumento

Entre os produtos levantados pela ANP, o etanol hidratado apresentou a maior variação percentual na semana. O preço médio passou de R$ 3,70 para R$ 3,75 por litro, uma alta de 1,35%.

A gasolina aditivada também ficou mais cara. O litro passou de R$ 6,61 para R$ 6,63, aumento de aproximadamente 0,3%.

No diesel, o movimento também foi de alta. O óleo diesel comum passou de R$ 6,64 para R$ 6,66 por litro, enquanto o diesel S10 subiu de R$ 6,85 para R$ 6,86.

Gás de cozinha não teve alteração

A exceção entre os produtos pesquisados foi o GLP (gás de cozinha). O botijão de 13 quilos permaneceu com preço médio de R$ 125,40, sem alteração em relação à semana anterior.

Confira os preços médios registrados em Cáceres:

CombustívelPreço médioVariação
Gasolina comumR$ 6,54/l+0,15%
Gasolina aditivadaR$ 6,63/l+0,30%
Etanol hidratadoR$ 3,75/l+1,35%
Diesel comumR$ 6,66/l+0,30%
Diesel S10R$ 6,86/l+0,15%
GLP – botijão de 13 kgR$ 125,40Sem alteração

Os números representam preços médios de revenda nos postos pesquisados durante o período. Isso significa que o consumidor pode encontrar valores diferentes de um estabelecimento para outro, já que a pesquisa considera a média dos preços encontrados pela ANP.

Para quem abastece regularmente, mesmo pequenas oscilações acabam pesando no orçamento ao longo do mês. Para motoristas que utilizam o veículo diariamente, o acompanhamento dos preços entre diferentes postos continua sendo uma das formas de reduzir o impacto dos reajustes.

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