Durante a sessão da Câmara Municipal de Cáceres, a vereadora Elis voltou a cobrar a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no município e relembrou que essa é uma reivindicação que acompanha há anos.
Segundo Elis, a luta pela implantação do serviço começou ainda na época em que ela ocupava o cargo de secretária. A vereadora também mencionou que uma ambulância chegou a ser destinada para Cáceres, mas que a estrutura necessária para colocar o serviço efetivamente em funcionamento ainda não avançou como deveria.
Cáceres é polo regional, mas ainda depende de outros serviços
A cobrança ganha peso pelo papel de Cáceres como polo de atendimento para diversos municípios da região Oeste.
A vereadora defendeu que o município tenha uma estrutura própria de atendimento de urgência e emergência, lembrando que o SAMU não é a mesma coisa que o serviço de resgate realizado pelo Corpo de Bombeiros.
Enquanto o resgate dos Bombeiros atua principalmente na retirada e no atendimento inicial das vítimas, o SAMU conta com equipes preparadas para atendimento médico de urgência durante o deslocamento do paciente.
Elis também apontou a necessidade de equipe e dos repasses necessários para manter o serviço, cobrando uma definição por parte da administração municipal.
A parlamentar criticou ainda o fato de o município não ter avançado na aceitação e implantação efetiva da estrutura destinada ao SAMU.
Para uma cidade que atende não apenas a própria população, mas também moradores de outros municípios da região, a discussão sobre o serviço volta a colocar uma pergunta no centro do debate:
por que Cáceres ainda não conseguiu colocar o SAMU para funcionar de forma efetiva?
A cobrança de Elis mostra que o assunto está longe de ser novo — e que, apesar dos anos de discussão e da existência de estrutura destinada ao município, a população continua esperando uma solução definitiva.
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