A nova composição da Comissão de Constituição, Justiça, Trabalho e Redação (CCJ) da Câmara Municipal de Cáceres manda um recado claro.
Quando o assunto é o município, as diferenças ideológicas nacionais ficam de lado.
Vereadores que, em nível nacional, estão em lados opostos do debate político, passam a atuar juntos dentro da principal comissão da Casa.
União em prol do município
A presidência da comissão ficou com Elis Enfermeira, a relatoria — considerada estratégica — está com Cézare Pastorello, e a vaga de membro é ocupada por Marcos Ribeiro.
A composição, à primeira vista, pode causar estranhamento para quem olha pela lente da política nacional.
Mas no cenário municipal, a lógica é outra.
O foco deixa de ser disputa ideológica e passa a ser o interesse direto da população cacerense.
Câmara demonstra maturidade
O que se vê é um movimento de maturidade política.
Vereadores deixando de lado diferenças nacionais para cumprir o papel que receberam nas urnas.
Analisar projetos, garantir a legalidade e permitir que as matérias avancem dentro da lei.
Decisão segue a lei
A formação da CCJ também segue decisão judicial que determinou o retorno à composição original das comissões.
Ou seja, não se trata de acordo político de bastidor, mas de cumprimento legal.
Diferenças continuam — o compromisso também
As divergências continuam existindo.
Cada vereador mantém suas posições.
Mas dentro da comissão, o compromisso é outro.
É com o funcionamento da Câmara.
É com a análise técnica dos projetos.
E, principalmente, com o município.
No fim, a mensagem é simples.
Quando o assunto é Cáceres…
quem ganha não é lado político.
É o cacerense.
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